SEJA BEM - VINDO!

Obrigado por viajar no nosso HIPERTEXTO!


domingo, fevereiro 21, 2010

Educar na tela





Educação a distância é para você?

A ideia é antiga. Um aluno, longe do professor, aprendendo guiado apenas por um material didático especialmente preparado para ser auto-explicativo. Começou usando o correio, passou pelo rádio e televisão e agora ganha força turbinada pela internet. A educação a distância permite que o aluno possa aprender e ter acesso ao conhecimento em qualquer parte do país.

No Brasil, a modalidade fez fama inicialmente por meio do Instituto Universal, escola aberta em 1941 e que até hoje oferece, via correio, cursos livres como crochê, violão e desenho. Depois veio o Tele Curso 2000, criado em 1978, pela Fundações Roberto Marinho e Padre Anchieta, que formou 5,5 milhões de pessoas nos ensinos fundamental e médio com o uso da televisão.

(André Zara - 29/12/2008 - 09:57 - http://www.abril.com.br/noticias/educacao/educacao-distancia-voce-411553.shtml)

Com o aparecimento das TIC (Tecnologia de informação e comunicação) , começou-se esboçar um possível modelo alternativo , inicialmente era voltado para os superdotados, (ou seja, as crianças que “perdem tempo” na escola regular) essas crianças poderiam, diretamente de sua casa, exercer sua aprendizagem individual em seu PC, monitoradas a distância pelos melhores professores, avançando tão rápido quanto suas capacidades.
Mais tarde por volta do ano de 2000, houve-se uma explosão de cursos pela internet, e a revolução tecnológica de comunicação foi-se solidificando e sendo inserida no cotidiano das pessoas, invadindo salas de aula e pessoas de diversas culturas e conhecimento. Com isso a educação à distância ou presencial cada vez mais vão ficando interligadas e centradas no modelo de distribuição da informação, quando a oferta de comunicação multimídia é cada vez maior e melhor no ambiente comunicacional redefinido pelas tecnologias digitais interativas. Através das novas práticas pedagógicas interativas, o paradigma de transmissão de A para B ou de A sobre B vai sendo rompido, disponibilizando assim aos alunos a participação na construção do conhecimento e da própria comunicação entendida como colaboração de A e B, e assim sintonizada com o nosso tempo.
Mas agora o grande desafio e tarefa da psicologia, da psicopedagogia e profissionais da educação, do futuro imediato, de amanhã ou de hoje será demonstrar quais são as aprendizagens que não podem ser adquiridas através das telas, ou como adaptar atividades presenciais para o mundo virtual. É preciso saber utilizar as potencialidades das TICS, para que seu uso não caia na defensiva, é necessário ter consciência que nossos saberes, conservação de nossa memória histórica precisam ser conservadas, não confundir partes isoladas de informação com conhecimento, não deslumbrar com as tecnologias e muito menos condenar os alunos que não possuem ainda o domínio dessas novas técnicas de comunicação e informação.

Nenhum comentário:

Postar um comentário